segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Vídeos Revistas e Artigos Digitais  Depoimentos 







Olhar Digital testa Google Glass 


publicação 06/2013*

um vídeo foi divulgado mostrando algumas funcionalidades dos óculos; claro, por ser um dispositivo inédito e inovador, muita gente ficou de boca (e olhos) bem abertos. O “Google Glass” projeta uma pequena tela logo acima do campo de visão do usuário; ali, aplicativos podem mostrar mapas, músicas, previsão do tempo, rotas e até fazer chamadas de vídeo, tirar fotos e – ao mesmo tempo – compartilhar tudo através da internet. O dispositivo pode ser controlado tanto por um touchpad em sua lateral, quanto por comandos de voz.

O New York Times também já prepara seu app para o “Glass”; ele exibirá, de hora em hora, fotos e manchetes de notícias. Caso você dê o comando, o dispositivo ainda lê a notícia inteira para você. Outros aplicativos prometem tirar fotos, aplicar filtros e compartilhá-las automaticamente nas redes sociais.

confira o video 



Olhar Digital - Realidade aumentada: essa moda vai pegar!

Realidade Aumentada. Já ouviu falar? Essa é uma das tendências mais bacanas da tecnologia dos últimos tempos. Mas, apesar de ser tendência, a brincadeira não é exatamente nova. Foi criada há quase 30 anos! Mas, apenas agora, com computadores mais ágeis e interfaces mais inteligentes, ela começa a se popularizar e ganhar aplicações mais bacanas!

A Realidade Aumentada não tem sido usada apenas por engenheiros e arquitetos. Profissionais das áreas médica, publicitária e de jogos eletrônicos também apostam cada vez mais na tecnologia. Isso, sem contar o poder pedagógico da ferramenta.

Se no início a tecnologia era restrita a profissionais da computação, e requeria uma verdadeira parafernália, hoje em dia tablets e smartphones dão conta do recado. E a chegada de aparelhos, como o o Google Glass deve levar a tecnologia a outro patamar
veja o vídeo.

 Fonte: Olhar Digital 

“A Culpa É das Estrelas” é banido de biblioteca escolar

cidade.verde.com 


O livro A Culpa É das Estrelas, do escritor americano John Green, foi banido das bibliotecas de uma escola pública da cidade de Riverside, na Califórnia. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, a proibição do romance que retrata o relacionamento de dois adolescentes com câncer e que foi adaptado para o cinema aconteceu após a reclamação da mãe de um aluno da Frank Augustus Miller Middle School. Karen Krueger afirmou que estava “chocada” com o fato de um livro que trata de morte e sexo estar disponível para crianças de 11 a 13 anos da unidade.
A escola reuniu um comitê e, por seis votos a um, decidiu remover as três cópias do romance de Green da biblioteca. Desde 1988, a unidade já recebeu 37 reclamações de pais que pediam que outros volumes fossem proibidos, mas só havia banido um livro até agora, The Chocolate War, de Robert Cormier, em 1996. De acordo com o site The Press Enterprise, que entrou em contato com a Frank Augustus Miller, A Culpa É das Estrelas ainda estará disponível nas bibliotecas de escolas de ensino médio da mesma rede.
Em sua página no Tumblr, John Green comentou a proibição. “Estou feliz porque, aparentemente, essas crianças de Riverside nunca vão ser testemunhas da morte já que elas não vão ler meu livro”, escreveu, em tom irônico. “Mas também estou triste porque eu esperava poder introduzir a ideia de que pessoas podem morrer a essas crianças e acabar com suas esperanças de imortalidade.”
(fonte: Veja)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Mão biônica fabricada com a mais alta nanotecnologia, sai da ficção e vira realidade confira no vídeo 


O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991)


O inglês Nigel Ackland perdeu o braço em um acidente há seis anos, experimentou diversas próteses passivas até receber, em novembro de 2012, a mão Bebionic3. No vídeo ele mostra que já consegue usá-la para amarrar cadarços, distribuir cartas e até mesmo fazer uma xícara de café enquanto usa de tudo na cozinha – inclusive girando a mão em 360°.
Desenvolvido em fibras de carbono e ligas de alumínio, o braço mecânico é controlado por sensores que detectam as contrações musculares para, assim, realizar a ação. No total são 14 tipos de padrões que podem ser programados, como apontar o dedo indicador, fechar a mão totalmente e até beliscar.
meses depois mais bem adaptado...  

terça-feira, 7 de outubro de 2014

5 livros de ficção que acertaram em cheio sobre o futuro

por Fabio Jordão  

Arealidade tem inúmeras influências na literatura, mas, às vezes, pode acontecer o caminho inverso. Seja de maneira involuntária ou proposital, muitas vezes o mundo real se inspira no fantasioso e acaba criando uma realidade nunca antes imaginada.
Não são raros os escritores que tiveram capacidades inacreditáveis para criar histórias sobre o futuro, com ideias pra lá de malucas na época, mas algumas foram tão certeiras que é assustador olharmos para trás e vermos que a riqueza de detalhes nas descrições é tão similar à nossa realidade.
Pensando nisso, resolvemos separar algumas obras de ficção científica escritas nos últimos dois séculos que têm diversas semelhanças com o nosso cotidiano. É importante ressaltar que há dezenas de livros desse tipo, mas escolhemos alguns mais peculiares e famosos. Evidentemente, você pode dar sua contribuição nos comentários.

Ralph 124C 41+

O ano era 1911, e um gênio chamado Hugo Gernsback publicava a primeira parte da história “Ralph 124C 41+”  (que teria doze partes no total). Trata-se de uma obra que, em boa parte, praticamente previa nossa atual realidade. Em 1925, essa história foi reunida em um único livro, o que garantiu que muitas pessoas conhecessem as ideias inusitadas de Gernsback.
O nome por si só já é curioso, visto que não faz muito sentido para quem apenas visualizar um bocado de números. Todavia, esse código tem um significado em inglês: One (1) to (2) foresee (4C) for (4) one (1) another (+), que em português seria algo como “Um para prever para o outro”.
A grande genialidade aqui é que, basicamente, o autor conseguiu ter uma noção de quase toda a nossa tecnologia moderna, incluindo televisões (com canais), controles remotos, telefones com vídeo, aviões capazes de realizar voos transcontinentais, energia solar colocada em prática, filmes com som, comidas sintéticas, roupas artificiais, gravadores de fitas e até mesmo as viagens espaciais.
Falando assim, até parece que o escritor entrou em uma máquina do tempo e esteve no meio de nós para vislumbrar todas essas coisas (e talvez ele realmente tenha feito essa viagem), afinal são muitas ideias que deram certo. Não é de se duvidar que muitos cientistas tenham aproveitado algumas de suas ideias para bolar invenções fantásticas.

2001: Uma Odisseia no Espaço

A obra de Arthur C. Clarke escrita em 1968, que ficou mundialmente conhecida após a adaptação de Stanley Kubrick (filme de mesmo nome que foi lançado em 1969) para os cinemas, previa algumas coisas que realmente existiriam no futuro, ou seja, no nosso presente.
Clarke acertou em algumas ideias, incluindo viagens espaciais (ainda que não possamos viajar da mesma forma como ele descrevia, fazemos passeios até a Lua e bolamos planos de ir até Marte), computadores muito avançados (os nosso estão quase chegando ao mesmo patamar) e iPads.
iPads? Sim! Os personagens da história “2001: Uma Odisseia no Espaço” recebiam notícias e se comunicavam com “papéis eletrônicos”. O iPad não é tão fino quanto um papel, mas ele é bem parecido com o que também vimos no filme de Kubrick. A única coisa errada mesmo foi o ano: uma tecnologia que era prevista para 2001 acabou saindo apenas em 2010.

Neuromancer

William Gibson não teve uma visão de um futuro tão distante, mas é surpreendente perceber que o autor conseguiu descrever tão bem a nossa atual realidade quando a internet ainda estava dando seus primeiros passos. No livro “Neuromancer” , lançado em 1984, o escritor conta a história de um hacker que vive em um futuro totalmente conectado.
Até aí, nada de extraordinário, porém a grande sacada dessa história é que ele dá detalhes sobre uma avançada rede global de computadores chamada “Matrix” (soa familiar?). A internet aqui é diretamente ligada aos usuários, sendo necessária uma conexão com os órgãos da pessoa. O livro trata ainda de coisas mais complexas , como a transferência de consciência dos seres humanos para memórias de computador.
A verdade é que muito do que ele descreve ainda nem existe, mas essa rede mundial repleta de hackers é uma realidade que conhecemos por fazer parte do lado frágil da história (que sofre com as invasões e tem seus dados pessoais reféns dos bandidos digitais).

Da Terra à Lua

Escrito pelo autor francês Jules Verne, que no Brasil é comumente conhecido como Júlio Verne, o livro “De la Terre à la Lune” foi escrito lá em 1865, ou seja, mais de 100 anos antes da primeira viagem à Lua (que aconteceu em 1969). Esta obra é centrada na ideia de que seria possível enviar um objeto para a Lua com o auxílio de um enorme canhão.
O desejo de sair do planeta Terra não foi algo inédito no livro de Verne, mas os detalhes e as situações apresentadas mostram grande semelhança com o que aconteceu posteriormente. Neste livro, é apresentada a ideia de enviar um projétil cilíndrico para a Lua (o que lembra muito os foguetes  usados para visitar o satélite natural do nosso planeta).
Quer mais? O escritor ainda teve a brilhante ideia de enviar seres humanos para o espaço. Na história de “Da Terra à Lua”, três astronautas embarcam no projétil, sendo que a viagem começa em Tampa, no estado da Flórida (EUA). Além de pensar que pessoas de fato poderiam ir ao espaço, Verne também acertou no local da partida (mesma região de onde saíram algumas missões Apollo).

Frankenstein

A história do cientista Victor Frankenstein é mundialmente conhecida, sendo que ela já recebeu inúmeras adaptações para a telona, televisão e outros tipos de mídia. A obra da escritora Mary Shelley narra o incrível nascimento de uma criatura (que normalmente é chamada de Frankenstein) que  surgiu a partir de tecido morto, uma técnica que o tal doutor teria desenvolvido na faculdade.
Atualmente, não temos nenhum monstro bizarro andando por aí, mas, conforme a autora previu, a ciência de fato evoluiu, principalmente no campo da medicina. Hoje, temos inúmeros casos de cirurgias complexas bem-sucedidas, sendo possível fazer transplante de órgãos, inclusive dos mais vitais, como o coração.
A autora também acertou no fato de que a eletricidade seria de suma importância para que determinados procedimentos tivessem sucesso. Felizmente, ninguém conseguiu montar uma criatura sinistra para aterrorizar as pessoas.

Como será o futuro?

Diante de tantas coincidências, é natural imaginar como será o futuro daqui a  20, 30 ou até 100 anos. Para ter uma boa noção, talvez seja válido começar a ler os livros de ficção científica, que certamente já têm boas pistas sobre as próximas invenções mirabolantes. Será que vamos visitar outras galáxias daqui a  algumas décadas? Eu não duvido!
FONTE(S)
IMAGENS
LEITOR COLABORADOR Tomás Aguirre Lessa Vaz

fonte : http://www.tecmundo.com.br/literatura/60306-5-livros-ficcao-acertaram-cheio-futuro.htm

Robô humanoide impressiona pelo realismo







A Toshiba revelou hoje um robô que impressiona pela semelhança com um humano. Chamado de Aiko Chihira, o androide tem a aparência de uma mulher jovem e é capaz de se comunicar por linguagem de sinais.

Por enquanto, o robô só consegue realizar movimentos simples, mas a empresa planeja aprimorar tecnologias em áreas de sensoriamento, síntese, reconhecimento de voz e controle robótico para tornar a máquina mais sofisticada.
O objetivo é criar um humanoide acompanhante para pessoas idosas ou com demência, capaz de se comunicar por linguagem gestual, que poderá ajudar famílias e profissionais de saúde a cuidar desses pacientes.
Como alguns robôs desenvolvidos no Japão, Aiko é alimentada por um sistema de ar servo e compressor de ar. Isso permite a suavidade dos gestos dos braços e mãos. Ao todo, são 43 atuadores nas articulações, 15 somente na cabeça, para que as expressões faciais e movimentos sejam perfeitos. O algoritmo que controla o funcionamento foi construído pela Toshiba em parceria com universidades japonesas.
Futuramente, a máquina será programada para executar também a linguagem de sinais americana (ASL). Segundo os desenvolvedores, esse é um desafio porque exige a utilização de um alfabeto.
A empresa pretende testar o robô como recepcionista ou atendente de exposições a partir do ano que vem. Confira abaixo um vídeo que mostra a máquina em ação:


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A bela estrutura da Saraiva Bookstore do Rio de Janeiro

por Guilherme Sester Araujo

Projetado pelo estúdio Arthur Casas, a arquitetura contida permite que todo o material de leitura tome destaque, com uma gama diversificada de espaços espalhados por todo o edifício de quatro andares, o Brasil necessita de mais lugares como este que ofereça conforto e cultura.