Blog ligado a ciência da informação criado pelos graduandos Kátia Aquiar, Gilson Pinheiro, Ayrton Afonso, Mírian Castro, Jomar Santana, Dartony Teixeira
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Olhar Digital testa Google Glass
publicação 06/2013*
um vídeo foi divulgado mostrando algumas funcionalidades dos óculos; claro, por ser um dispositivo inédito e inovador, muita gente ficou de boca (e olhos) bem abertos. O “Google Glass” projeta uma pequena tela logo acima do campo de visão do usuário; ali, aplicativos podem mostrar mapas, músicas, previsão do tempo, rotas e até fazer chamadas de vídeo, tirar fotos e – ao mesmo tempo – compartilhar tudo através da internet. O dispositivo pode ser controlado tanto por um touchpad em sua lateral, quanto por comandos de voz.
O New York Times também já prepara seu app para o “Glass”; ele exibirá, de hora em hora, fotos e manchetes de notícias. Caso você dê o comando, o dispositivo ainda lê a notícia inteira para você. Outros aplicativos prometem tirar fotos, aplicar filtros e compartilhá-las automaticamente nas redes sociais.
confira o video
Olhar Digital - Realidade aumentada: essa moda vai pegar!
Realidade Aumentada. Já ouviu falar? Essa é uma das tendências mais bacanas da tecnologia dos últimos tempos. Mas, apesar de ser tendência, a brincadeira não é exatamente nova. Foi criada há quase 30 anos! Mas, apenas agora, com computadores mais ágeis e interfaces mais inteligentes, ela começa a se popularizar e ganhar aplicações mais bacanas!
A Realidade Aumentada não tem sido usada apenas por engenheiros e arquitetos. Profissionais das áreas médica, publicitária e de jogos eletrônicos também apostam cada vez mais na tecnologia. Isso, sem contar o poder pedagógico da ferramenta.
Se no início a tecnologia era restrita a profissionais da computação, e requeria uma verdadeira parafernália, hoje em dia tablets e smartphones dão conta do recado. E a chegada de aparelhos, como o o Google Glass deve levar a tecnologia a outro patamar
Se no início a tecnologia era restrita a profissionais da computação, e requeria uma verdadeira parafernália, hoje em dia tablets e smartphones dão conta do recado. E a chegada de aparelhos, como o o Google Glass deve levar a tecnologia a outro patamar
veja o vídeo.
Fonte: Olhar Digital
“A Culpa É das Estrelas” é banido de biblioteca escolar
cidade.verde.com
O livro A Culpa É das Estrelas, do escritor americano John Green, foi banido das bibliotecas de uma escola pública da cidade de Riverside, na Califórnia. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, a proibição do romance que retrata o relacionamento de dois adolescentes com câncer e que foi adaptado para o cinema aconteceu após a reclamação da mãe de um aluno da Frank Augustus Miller Middle School. Karen Krueger afirmou que estava “chocada” com o fato de um livro que trata de morte e sexo estar disponível para crianças de 11 a 13 anos da unidade.
A escola reuniu um comitê e, por seis votos a um, decidiu remover as três cópias do romance de Green da biblioteca. Desde 1988, a unidade já recebeu 37 reclamações de pais que pediam que outros volumes fossem proibidos, mas só havia banido um livro até agora, The Chocolate War, de Robert Cormier, em 1996. De acordo com o site The Press Enterprise, que entrou em contato com a Frank Augustus Miller, A Culpa É das Estrelas ainda estará disponível nas bibliotecas de escolas de ensino médio da mesma rede.
Em sua página no Tumblr, John Green comentou a proibição. “Estou feliz porque, aparentemente, essas crianças de Riverside nunca vão ser testemunhas da morte já que elas não vão ler meu livro”, escreveu, em tom irônico. “Mas também estou triste porque eu esperava poder introduzir a ideia de que pessoas podem morrer a essas crianças e acabar com suas esperanças de imortalidade.”
(fonte: Veja)
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Mão biônica fabricada com a mais alta nanotecnologia, sai da ficção e vira realidade confira no vídeo
meses depois mais bem adaptado...
![]() |
| O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991) |
O inglês Nigel Ackland perdeu o braço em um acidente há seis anos, experimentou diversas próteses passivas até receber, em novembro de 2012, a mão Bebionic3. No vídeo ele mostra que já consegue usá-la para amarrar cadarços, distribuir cartas e até mesmo fazer uma xícara de café enquanto usa de tudo na cozinha – inclusive girando a mão em 360°.
Desenvolvido em fibras de carbono e ligas de alumínio, o braço mecânico é controlado por sensores que detectam as contrações musculares para, assim, realizar a ação. No total são 14 tipos de padrões que podem ser programados, como apontar o dedo indicador, fechar a mão totalmente e até beliscar.
terça-feira, 7 de outubro de 2014
5 livros de ficção que acertaram em cheio sobre o futuro
por Fabio Jordão
Arealidade tem inúmeras influências na literatura, mas, às vezes, pode acontecer o caminho inverso. Seja de maneira involuntária ou proposital, muitas vezes o mundo real se inspira no fantasioso e acaba criando uma realidade nunca antes imaginada.
Não são raros os escritores que tiveram capacidades inacreditáveis para criar histórias sobre o futuro, com ideias pra lá de malucas na época, mas algumas foram tão certeiras que é assustador olharmos para trás e vermos que a riqueza de detalhes nas descrições é tão similar à nossa realidade.
Pensando nisso, resolvemos separar algumas obras de ficção científica escritas nos últimos dois séculos que têm diversas semelhanças com o nosso cotidiano. É importante ressaltar que há dezenas de livros desse tipo, mas escolhemos alguns mais peculiares e famosos. Evidentemente, você pode dar sua contribuição nos comentários.
Ralph 124C 41+
O ano era 1911, e um gênio chamado Hugo Gernsback publicava a primeira parte da história “Ralph 124C 41+” (que teria doze partes no total). Trata-se de uma obra que, em boa parte, praticamente previa nossa atual realidade. Em 1925, essa história foi reunida em um único livro, o que garantiu que muitas pessoas conhecessem as ideias inusitadas de Gernsback.
O nome por si só já é curioso, visto que não faz muito sentido para quem apenas visualizar um bocado de números. Todavia, esse código tem um significado em inglês: One (1) to (2) foresee (4C) for (4) one (1) another (+), que em português seria algo como “Um para prever para o outro”.
A grande genialidade aqui é que, basicamente, o autor conseguiu ter uma noção de quase toda a nossa tecnologia moderna, incluindo televisões (com canais), controles remotos, telefones com vídeo, aviões capazes de realizar voos transcontinentais, energia solar colocada em prática, filmes com som, comidas sintéticas, roupas artificiais, gravadores de fitas e até mesmo as viagens espaciais.
Falando assim, até parece que o escritor entrou em uma máquina do tempo e esteve no meio de nós para vislumbrar todas essas coisas (e talvez ele realmente tenha feito essa viagem), afinal são muitas ideias que deram certo. Não é de se duvidar que muitos cientistas tenham aproveitado algumas de suas ideias para bolar invenções fantásticas.
2001: Uma Odisseia no Espaço
A obra de Arthur C. Clarke escrita em 1968, que ficou mundialmente conhecida após a adaptação de Stanley Kubrick (filme de mesmo nome que foi lançado em 1969) para os cinemas, previa algumas coisas que realmente existiriam no futuro, ou seja, no nosso presente.
Clarke acertou em algumas ideias, incluindo viagens espaciais (ainda que não possamos viajar da mesma forma como ele descrevia, fazemos passeios até a Lua e bolamos planos de ir até Marte), computadores muito avançados (os nosso estão quase chegando ao mesmo patamar) e iPads.
iPads? Sim! Os personagens da história “2001: Uma Odisseia no Espaço” recebiam notícias e se comunicavam com “papéis eletrônicos”. O iPad não é tão fino quanto um papel, mas ele é bem parecido com o que também vimos no filme de Kubrick. A única coisa errada mesmo foi o ano: uma tecnologia que era prevista para 2001 acabou saindo apenas em 2010.
Neuromancer
William Gibson não teve uma visão de um futuro tão distante, mas é surpreendente perceber que o autor conseguiu descrever tão bem a nossa atual realidade quando a internet ainda estava dando seus primeiros passos. No livro “Neuromancer” , lançado em 1984, o escritor conta a história de um hacker que vive em um futuro totalmente conectado.
Até aí, nada de extraordinário, porém a grande sacada dessa história é que ele dá detalhes sobre uma avançada rede global de computadores chamada “Matrix” (soa familiar?). A internet aqui é diretamente ligada aos usuários, sendo necessária uma conexão com os órgãos da pessoa. O livro trata ainda de coisas mais complexas , como a transferência de consciência dos seres humanos para memórias de computador.
A verdade é que muito do que ele descreve ainda nem existe, mas essa rede mundial repleta de hackers é uma realidade que conhecemos por fazer parte do lado frágil da história (que sofre com as invasões e tem seus dados pessoais reféns dos bandidos digitais).
Da Terra à Lua
Escrito pelo autor francês Jules Verne, que no Brasil é comumente conhecido como Júlio Verne, o livro “De la Terre à la Lune” foi escrito lá em 1865, ou seja, mais de 100 anos antes da primeira viagem à Lua (que aconteceu em 1969). Esta obra é centrada na ideia de que seria possível enviar um objeto para a Lua com o auxílio de um enorme canhão.
O desejo de sair do planeta Terra não foi algo inédito no livro de Verne, mas os detalhes e as situações apresentadas mostram grande semelhança com o que aconteceu posteriormente. Neste livro, é apresentada a ideia de enviar um projétil cilíndrico para a Lua (o que lembra muito os foguetes usados para visitar o satélite natural do nosso planeta).
Quer mais? O escritor ainda teve a brilhante ideia de enviar seres humanos para o espaço. Na história de “Da Terra à Lua”, três astronautas embarcam no projétil, sendo que a viagem começa em Tampa, no estado da Flórida (EUA). Além de pensar que pessoas de fato poderiam ir ao espaço, Verne também acertou no local da partida (mesma região de onde saíram algumas missões Apollo).
Frankenstein
A história do cientista Victor Frankenstein é mundialmente conhecida, sendo que ela já recebeu inúmeras adaptações para a telona, televisão e outros tipos de mídia. A obra da escritora Mary Shelley narra o incrível nascimento de uma criatura (que normalmente é chamada de Frankenstein) que surgiu a partir de tecido morto, uma técnica que o tal doutor teria desenvolvido na faculdade.
Atualmente, não temos nenhum monstro bizarro andando por aí, mas, conforme a autora previu, a ciência de fato evoluiu, principalmente no campo da medicina. Hoje, temos inúmeros casos de cirurgias complexas bem-sucedidas, sendo possível fazer transplante de órgãos, inclusive dos mais vitais, como o coração.
A autora também acertou no fato de que a eletricidade seria de suma importância para que determinados procedimentos tivessem sucesso. Felizmente, ninguém conseguiu montar uma criatura sinistra para aterrorizar as pessoas.
Como será o futuro?
Diante de tantas coincidências, é natural imaginar como será o futuro daqui a 20, 30 ou até 100 anos. Para ter uma boa noção, talvez seja válido começar a ler os livros de ficção científica, que certamente já têm boas pistas sobre as próximas invenções mirabolantes. Será que vamos visitar outras galáxias daqui a algumas décadas? Eu não duvido!
IMAGENS
LEITOR COLABORADOR Tomás Aguirre Lessa Vaz
fonte : http://www.tecmundo.com.br/literatura/60306-5-livros-ficcao-acertaram-cheio-futuro.htm
fonte : http://www.tecmundo.com.br/literatura/60306-5-livros-ficcao-acertaram-cheio-futuro.htm
Robô humanoide impressiona pelo realismo
Por Redação Olhar Digital http://olhardigital.uol.com.br/noticia/robo-humanoide-impressiona-pelo-realismo/44526
(Foto: Divulgação)
A Toshiba revelou hoje um robô que impressiona pela semelhança com um humano. Chamado de Aiko Chihira, o androide tem a aparência de uma mulher jovem e é capaz de se comunicar por linguagem de sinais.
Por enquanto, o robô só consegue realizar movimentos simples, mas a empresa planeja aprimorar tecnologias em áreas de sensoriamento, síntese, reconhecimento de voz e controle robótico para tornar a máquina mais sofisticada.
O objetivo é criar um humanoide acompanhante para pessoas idosas ou com demência, capaz de se comunicar por linguagem gestual, que poderá ajudar famílias e profissionais de saúde a cuidar desses pacientes.
Como alguns robôs desenvolvidos no Japão, Aiko é alimentada por um sistema de ar servo e compressor de ar. Isso permite a suavidade dos gestos dos braços e mãos. Ao todo, são 43 atuadores nas articulações, 15 somente na cabeça, para que as expressões faciais e movimentos sejam perfeitos. O algoritmo que controla o funcionamento foi construído pela Toshiba em parceria com universidades japonesas.
Futuramente, a máquina será programada para executar também a linguagem de sinais americana (ASL). Segundo os desenvolvedores, esse é um desafio porque exige a utilização de um alfabeto.
A empresa pretende testar o robô como recepcionista ou atendente de exposições a partir do ano que vem. Confira abaixo um vídeo que mostra a máquina em ação:
Por enquanto, o robô só consegue realizar movimentos simples, mas a empresa planeja aprimorar tecnologias em áreas de sensoriamento, síntese, reconhecimento de voz e controle robótico para tornar a máquina mais sofisticada.
O objetivo é criar um humanoide acompanhante para pessoas idosas ou com demência, capaz de se comunicar por linguagem gestual, que poderá ajudar famílias e profissionais de saúde a cuidar desses pacientes.
Como alguns robôs desenvolvidos no Japão, Aiko é alimentada por um sistema de ar servo e compressor de ar. Isso permite a suavidade dos gestos dos braços e mãos. Ao todo, são 43 atuadores nas articulações, 15 somente na cabeça, para que as expressões faciais e movimentos sejam perfeitos. O algoritmo que controla o funcionamento foi construído pela Toshiba em parceria com universidades japonesas.
Futuramente, a máquina será programada para executar também a linguagem de sinais americana (ASL). Segundo os desenvolvedores, esse é um desafio porque exige a utilização de um alfabeto.
A empresa pretende testar o robô como recepcionista ou atendente de exposições a partir do ano que vem. Confira abaixo um vídeo que mostra a máquina em ação:
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
A bela estrutura da Saraiva Bookstore do Rio de Janeiro
por Guilherme Sester Araujo
Projetado pelo estúdio Arthur Casas, a arquitetura contida permite que todo o material de leitura tome destaque, com uma gama diversificada de espaços espalhados por todo o edifício de quatro andares, o Brasil necessita de mais lugares como este que ofereça conforto e cultura.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Documentação e Informação: padrões que não favorecem o consumo consciente
“Os textos devem ser apresentados em papel BRANCO, formato A4 (21cm X 29,7 cm) digitados ou datilografados no anverso das folhas (…)”
O que me incomoda, como se não bastasse a impressão em apenas um dos lados da folha, é o uso de papel branco não-reciclado incentivado por uma organização de grande importância na sociedade. A ABNT visa a melhoria de processos, barateamento de custos de produção, segurança e o compromisso com a qualidade.
Cada aluno de graduação produz dezenas de materiais para as disciplinas de cursa e com isso mais papel branco sendo utilizado. Quando chega a época de TCC vem-se as diversas revisões de projeto de pesquisa (cada revisão um novo documento), depois as parciais do TCC, e após a aprovação as três cópias do trabalho final que deverão ser entreguem na faculdade (juntamente com uma cópia em CD). Ou seja, mais consumo de papel, consumo de papel e igual a aumento da demanda por produção.
O uso do papel reciclado poupa as árvores do nosso planeta, e como Bibliotecário Documentalista, Arquiteto de Informação e Designer de Interação me sinto no compromisso ético-profissional de incentivar as pessoas a utilizarem amplamente o papel reciclado nas nossas atividades diárias.
Parece um contra-senso mas com a web passamos a imprimir muito mais conteúdo, mesmo com o amplo desenvolvimento de plataformas de eBooks e Readers ainda estamos muito ligados ao suporte e papel.
Em 4 anos de UFBA apenas um professor de uma única disciplina permitiu que o trabalho fosse entregue em papel reciclado, essa foi uma ação que me motivou a defender esse uso, eu recebo extratos do meu banco em papel reciclado, os documentos produzidos na agência em que trabalho são apresentados em papel reciclado e por que a resistência com apresentação trabalhos acadêmicos?
Sobre o Evento
GESTÃO, POLÍTICAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO – A INTERRELAÇÃO NECESSÁRIA.
A informação pode ser compreendida como elemento promotor de mudanças, tanto em nível individual como em nível social. Assim caracterizada, a informação adquire importância fundamental nos mais diversos campos de conhecimento e setores de atuação. Entretanto, uma indagação se faz necessária:
Como tornar mais eficiente e eficaz a interação entre os sujeitos cognitivos (indivíduos/indivíduos e indivíduos/organizações) e a informação e, desta forma, auxiliar na resolução de problemas que se originam nos diversos setores econômicos e sociais?
Em busca de respostas competentes para esta indagação, organizamos o ENCONTRO NACIONAL DE GESTÃO, POLÍTICAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO – ENGI 2014. Consideramos que a interação entre sujeitos cognitivos e a informação nos coloca em contato com temas relativos à GESTÃO DA INFORMAÇÃO (enquanto administração eficaz de todos os recursos de informação relevantes para as organizações, tanto em termos dos recursos informacionais gerados internamente como os recursos informacionais externos); às POLÍTICAS DE INFORMAÇÃO (ações desenvolvidas sob a orientação de planejamento estratégico, no sentido de garantir a provisão e o acesso eficientes à informação) e as TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO (ferramentas fundamentais para o desenvolvimento dos vários processos de Gestão da Informação).
No ambiente interdisciplinar do ENCONTRO NACIONAL DE GESTÃO, POLÍTICAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO – ENGI 2014 se organizam diferentes atividades (conferência, palestras e mesas redondas) e se reúnem diversos perfis de profissionais de informação, além de empresas de diferentes setores. Neste ambiente, as diferenças somam e estas somas geram qualidade, de pensamento e de ação, em prol da Informação e do Conhecimento para todos.
A informação pode ser compreendida como elemento promotor de mudanças, tanto em nível individual como em nível social. Assim caracterizada, a informação adquire importância fundamental nos mais diversos campos de conhecimento e setores de atuação. Entretanto, uma indagação se faz necessária:
Como tornar mais eficiente e eficaz a interação entre os sujeitos cognitivos (indivíduos/indivíduos e indivíduos/organizações) e a informação e, desta forma, auxiliar na resolução de problemas que se originam nos diversos setores econômicos e sociais?
Em busca de respostas competentes para esta indagação, organizamos o ENCONTRO NACIONAL DE GESTÃO, POLÍTICAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO – ENGI 2014. Consideramos que a interação entre sujeitos cognitivos e a informação nos coloca em contato com temas relativos à GESTÃO DA INFORMAÇÃO (enquanto administração eficaz de todos os recursos de informação relevantes para as organizações, tanto em termos dos recursos informacionais gerados internamente como os recursos informacionais externos); às POLÍTICAS DE INFORMAÇÃO (ações desenvolvidas sob a orientação de planejamento estratégico, no sentido de garantir a provisão e o acesso eficientes à informação) e as TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO (ferramentas fundamentais para o desenvolvimento dos vários processos de Gestão da Informação).
No ambiente interdisciplinar do ENCONTRO NACIONAL DE GESTÃO, POLÍTICAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO – ENGI 2014 se organizam diferentes atividades (conferência, palestras e mesas redondas) e se reúnem diversos perfis de profissionais de informação, além de empresas de diferentes setores. Neste ambiente, as diferenças somam e estas somas geram qualidade, de pensamento e de ação, em prol da Informação e do Conhecimento para todos.
BEM-VINDOS (AS) AO ENCONTRO NACIONAL DE GESTÃO, POLÍTICAS E TENCOLOGIAS DE INFORMAÇÃO - ENGI 2014!!!!
COMISSÃO ORGANIZADORA DO ENGI 2014
Fonte: http://www.engpti.fic.ufg.br/
COMO ACOMPANHAR A PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS EM SUA ÁREA DE PESQUISA
A rotina diária de um pesquisador costuma incluir a verificação de emails e alertas da internet para acompanhar e escolher os artigos mais recentes publicados em seu campo de pesquisa. Esse fluxo de conteúdo foi por um tempo controlável, mas a medida que a publicação cresceu exponencialmente, deixar de monitorar estas ferramentas por um dia sequer faz com que todo o trabalho de acompanhamento das novidades científicas se torne um fardo. Cerca de seis mil artigos científicos são publicados a cada dia, e embora ninguém queira ser sobrecarregado com recomendações de leitura, deixar escapar os artigos importantes da área pode ser determinante para o avanço de uma pesquisa.
Então os pesquisadores se perguntam: o que fazer para não ser soterrado por uma avalanche de informações, e qual é a melhor maneira de se manter atualizado sobre as novidades da área?
Se aceitam minha sugestão, a dica número 1 é utilizar os . Uma vez logado com sua conta google, basta clicar sobre o ícone na barra superior para criar um alerta. Você designa uma palavra-chave ou conjunto de palavras, indica um email que receberá as notificações e pronto. Apenas tenha cuidado na formulação da palavra-chave: não seja muito genérico ou específico demais e procure reconhecer os termos e jargões utilizados pela área, mesmo que esteja lidando com um tópico relativamente novo. Decida também se você prefere buscar por palavras em inglês, a língua global da ciência, ou somente em português, caso restrinja sua revisão bibliográfica à artigos publicados em língua portuguesa. Em geral, o Google faz o rastreio por essas palavras-chave no título e resumo dos artigos, que são continuamente indexados em sua base. Os alertas podem ser criados ou desativados a qualquer momento.
[aqui a criação de um alerta para o tópico "vírus ebola"]


Outra função do google acadêmico é a possibilidade de acompanhar as publicações de um pesquisador, ou até mesmo todos os trabalhos secundários que citam esse autor em questão. Pra isso, você precisa pesquisador pelo nome do autor no campo de busca e verificar se ele já possui um perfil no google acadêmico.
[primeiro procure pelo autor. coloquei aqui um pesquisador aleatório, mark hunt. se encontrar o perfil no google scholar, basta clicar sobre seu nome]


A necessidade de existência de um perfil do Google Scholar, que é auto declarado pelo autor, é uma deficiência no GS. O Artur Avila, por exemplo, não possui um perfil, então eu não tenho como criar um alerta específico para os trabalhos em que ele entra como primeiro autor. Ruim também para autores que não tenham um volume de publicação de grande repercussão, mas que eventualmente publicaram trabalhos de grande relevância para a sua área.
[depois de entrar no perfil do autor, clique em "seguir" e escolha se prefere receber as publicações, as citações ou os dois]


A partir daí, toda vez que uma das opções escolhidas ocorrer, você recebe no email designado um link que leva ao local onde o artigo (ou citação) foi publicado.
Além do GS, vocês podem simplesmente criar alertas a partir de bases de dados multidisciplinares ou que focam em áreas específicas, como o , , , , , etc. Quase todas essas bases oferecem a possibilidade do usuário criar uma conta e estabelecer algum tipo de alerta, por email ou feed, busca por autor, assunto, citação ou acompanhar o lançamento das edições das revistas contidas na base. Nesse caso é importante que o usuário saiba de antemão a qual base se associar, para evitar pesquisar em um base de dados bibliográfica da área de saúde, quando sua pesquisa se trata exclusivamente de artes visuais, por exemplo.
Se a sua lista de periódicos a acompanhar for muito extensa, você pode utilizar agregadores de feeds de publicações, como o ou (disponível somente para instituições associadas). Alguns cientistas preferem verificar em comunidades online ou entre os usuários de serviços de gestão de referência, como o e .
Muitos pesquisadores simplesmente seguem colegas em redes sociais para descobrir o que vale a pena ler. Nessa linha de gestão pessoal da informação o Twitter é o herói. Além da varredura natural da sua timeline, percorrendo o que os pesquisadores que você segue publicam e compartilham, existe a possibilidade de usar o Twitter como um agregador de feeds. Para isso, você pode criar uma conta nova e direcionar feeds para lá, como é o modelo do , um twitter bot que rastreia e publica artigos sobre o inseto drosophyla. Existe um .
Embora o método mais fácil e simples seja criar sistemas de alerta de artigos com base em palavras-chave, essa operação representa apenas a superfície do que é tecnologicamente possível. Novos sistemas de recomendação de literatura científica prometem não só filtrar a enxurrada de artigos, mas também aprender com os interesses dos usuários para oferecer sugestões personalizadas. Veja algumas opções:
Gerenciadores de referência com mecanismos de recomendação.
Recomenda artigos com base nas bibliotecas de usuários com interesses semelhantes.
Pede ao usuário para formar o seu sistema de recomendações, aprovando ou rejeitando sugestões.
Envia alertas sobre artigos biomédicos, usando as classificações de 5000 cientistas seniores.
Twitterbots automatizados podem rastrear palavras-chave (ver para obter instruções), ou os usuários podem seguir colegas.
usuários “seguem” palavras-chave biológicas, tais como genes específicos, proteínas ou processos.
Automatiza o processo de fazer várias pesquisas no PubMed com palavras-chave e filtros, e permite que os usuários salvem os artigos relevantes.
O problema de sistemas baseados em algoritmos é que você depende da máquina aprender e adaptar corretamente as recomendações, o que requer tempo e em algumas situações pode gerar confusão, a ferramenta notificando artigos irrelevantes e perdendo os mais importantes. No final das contas, sistemas automatizados de aprendizagem e recomendação nunca vão encontrar todos os artigos que um cientista deseja, mas esse processo tende a melhorar. Técnicas para captar significado do conteúdo se tornarão mais sofisticadas e vão ter um papel importante na orientação das escolhas de leitura dos cientistas.
via
BIBLIOTECAS NAS PROPOSTAS DE GOVERNO DOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA NAS ELEIÇÕES DE 2014
Para conseguir as propostas de governo, acesse o site do TSE: http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2014/sistema-de-divulgacao-de-candidaturas
Aécio Neves
III CULTURA:15. Fortalecimento do Sistema Nacional de Bibliotecas, com vistas a implantar novas unidades e socorrer bibliotecas regionais de referência, detentoras de acervo de valor nacional, que serão beneficiadas com apoio federal, mesmo sem ter vínculo formal com o governo central.
16. Estímulo a empresas estatais e privadas para a adoção de instituições culturais de âmbito nacional – museus ou bibliotecas, assegurando a sua sustentabilidade.IV. EDUCAÇÃO8. Apoio à modernização dos equipamentos escolares, incluindo a instalação de bibliotecas e laboratórios, computadores e acesso à Internet, e adequação térmica dos ambientes para o tempo de verão, garantindo a todas as escolas brasileiras condições adequadas de infraestrutura, incluindo conexão WIFI acessível a todo estudante.
Dilma Rouseff
Não tem a palavra biblioteca na proposta de governo
Eduardo Jorge
Não tem a palavra biblioteca na proposta de governo
Pastor Everaldo
Não tem a palavra biblioteca na proposta de governo
Levy Fidelix
Não tem a palavra biblioteca na proposta de governo
Zé Maria
Não tem a palavra biblioteca na proposta de governo
Eymael
Não tem a palavra biblioteca na proposta de governo
Luciana Genro
Não tem a palavra biblioteca na proposta de governo
Marina Silva
Não tem a palavra biblioteca na proposta de governo
Fonte: http://bsf.org.br/2014/08/30/bibliotecas-nas-propostas-de-governo-dos-candidatos-a-presidencia-nas-eleicoes-de-2014/
Fonte: http://bsf.org.br/2014/08/30/bibliotecas-nas-propostas-de-governo-dos-candidatos-a-presidencia-nas-eleicoes-de-2014/
Assinar:
Comentários (Atom)


